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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Cabo de Aço!


   Hoje acordei com cheiro de café torrado, a nostalgia dos tempos transborda meus rios de alegria.  O que anima o meu espírito é o conforto da mesma mão que afagava o meu olhar sonolento, ainda acarinhar meus sonhos. Queria tanto senti-la a todo instante, mas talvez não sobrevivesse as vicissitudes. A memória mantém viva o brilho dos primeiros enlaces e das primeiras invenções. A todo o momento eu tenho a oportunidade de Ser, porém o que fui me atrai e encanta. O que teme minha frágil consciência? Apelo à facilidade do que me protege, mas ecoa dentro da minha alma a vontade de emergir e tomar fôlego. Sinto que essa condição não é inerente apenas a mim, recordar parece uma constante. Embora confesse temer, apenas uma alternativa impulsiona os meus pés, prossigo para o que não vejo e para o que não posso fugir se permaneço é porque sou um pouco de lá e de cá, carrego as estações, um pouco de você e todo o mundo em mim.  


Por Dayane Gomes
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Eu, eu mesmo e meus devaneios

    O que é mais difícil: Manter a mente em constante produção ou parar de pensar? Pense bem.A primeira opção é um tanto trabalhosa.No entanto, a segunda para mim é impossível.Bem que eu gostaria de suspender minhas ideias por um instante que fosse, obviamente isso não acontece.
    Às vezes, ao folhear pensamentos, minha mente se converge em passado, presente e futuro de modo tão intenso que pareço entrar em uma película totalmente ilógica.Onde me aprisiono entre seres e passagens específicas que não sei mais se são apenas  narrativas  que  arquiteto dentro dos meus devaneios ou circunstâncias reais, passíveis de acontecer. 
  Mas tudo não passa de invencionice da minha cabeça, porque a realidade está exibindo-se voluptuosamente para mim e me obriga a voltar. Só que esses escassos segundos de estímulos psicológicos, habitualmente, são cabais.Mesmo assim não banco a Alice correndo atrás do coelho, ao contrário, tento fugir a fim de evitar que me transforme numa prisioneira do meu próprio Mundo das Maravilhas.
   Ainda há pouco,tentava pensar em coisas interessantes que gostaria de ler , ouvir ou assistir,contudo nada me intrigara ou despertara inquietações.Sobretudo, porque a minha mente age sozinha e, quando menos espero, ela já está envolta em seus próprios delírios que, infelizmente, não têm vez no meu mundo palpável.
   E, finalmente, me tranquilizo ao ler o um trecho do texto de Descartes, O Discurso do Método,no qual contém a famosa frase “Penso, logo existo” .

Por  Islayne C.
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